As notícias que você precisa saber agora para começar bem a segunda-feira

  • Boi: futuros voltam a recuar na B3
  • Milho: mercado físico tem preços estáveis enquanto futuro cai
  • Soja: preços sobem em alguma regiões acompanhando Chicago e dólar
  • Café: arábica tem nova queda em Nova York; Brasil tem estabilidade
  • No Exterior: aumento de casos de coronavírus na Europa e nos EUA preocupa mercados
  • No Brasil: agenda econômica cheia nesta semana

Agenda:

  • Brasil: boletim Focus (Banco Central)
  • Brasil: balança comercial até a quarta semana de outubro
  • EUA: condições das lavouras norte-americanas (USDA)

Boi: futuros voltam a recuar na B3

Os contratos futuros do boi gordo tiveram mais um dia de ajustes negativos na B3 e se afastaram do patamar de R$ 290 por arroba que chegaram a registrar na última quinta-feira, 22. O ajuste do vencimento para novembro passou de R$ 284,45 para R$ 278,15 e para dezembro, de R$ 284,45 para R$ 278,15.

A Scot Consultoria registrou preços de até R$ 273 por arroba para os animais destinados ao mercado externo. Sendo que os destinados ao mercado doméstico estão sendo negociados a R$ 268, preço bruto e à vista.

Milho: mercado físico tem preços estáveis enquanto futuro cai

O encerramento da semana passada trouxe diminuição da pressão positiva sobre os preços no mercado físico e no futuro. Na B3, os vencimentos futuros tiveram o segundo dia consecutivo de quedas. O vencimento para novembro passou de R$ 82,89 para R$ 80,03 por saca e para janeiro de 2021, de R$ 82,97 para R$ 80,39.

No mercado físico, a consultoria Safras & Mercado registrou preços estáveis nas principais praças, de maneira que as cotações seguem sustentadas por uma oferta ajustada à demanda. No porto de Santos (SP), o preço ficou em R$ 79,50/81 e no de Paranaguá (PR), em R$ 78,50/80.

Soja: preços sobem em alguma regiões acompanhando Chicago e dólar

O mercado de soja no Brasil segue travado em virtude da falta do produto e com os produtores priorizando os trabalhos de plantio. Os preços ficaram entre estáveis e mais altos seguindo as valorizações do dólar e da oleaginosa em Chicago, de acordo com a Safras & Mercado.

Em Cascavel (PR), a saca permaneceu cotada a R$ 170 e em Rondonópolis (MT) a R$ 173. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 166 para R$ 170 e em Rio Verde (GO), de R$ 167 para R$ 170.

Café: arábica tem nova queda em Nova York; Brasil tem estabilidade

Após ensaiar recuperação na última quinta-feira, as cotações do café arábica recuaram novamente na Bolsa de Nova York. Dessa forma, o contrato para dezembro voltou a ficar abaixo do nível de US$ 1,06 por libra-peso. Este patamar tem representado uma importante resistência técnica para os preços no exterior e o mercado tem encontrado dificuldade para se sustentar acima desse nível.

No Brasil, a consultoria Safras & Mercado registrou negócios pontuais e comercialização lenta. Com isso, os preços ficaram estáveis nas praças pesquisadas. De forma que a alta do dólar ante o real conseguiu compensar a queda das cotações no exterior.

No Exterior: aumento de casos de coronavírus na Europa e nos EUA preocupa mercados

As bolsas europeias e os índices americanos abrem a semana em tom pessimista em virtude do aumento de casos de coronavírus na Europa e nos Estados Unidos. Os mercados respondem negativamente às novas medidas de restrição à circulação de pessoas na Europa.

Os investidores seguem monitorando as negociações em torno do pacote de estímulos nos EUA, o acordo comercial entre Reino Unido e União Europeia e as eleições presidenciais americanas. Sendo assim, as duas próximas semanas prometem aumento da volatilidade nos mercados.

No Brasil: agenda econômica cheia nesta semana

A agenda econômica está carregada nesta semana no Brasil. Hoje, segunda-feira, 26, saem os dados da balança comercial na quarta semana de outubro. Na quarta-feira, destaque para o último dia da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) com a decisão sobre a taxa Selic. Na quinta-feira, o IGP-M de outubro será divulgado e na sexta-feira, teremos a criação de vagas formais em setembro, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O mercado deve monitorar sobretudo a comunicação do Banco Central em relação à taxa de juros para as próximas reuniões, já que não é esperada nova movimentação para este encontro. Com o aumento do risco fiscal em virtude do adiamento de algumas reformas e com a aceleração da inflação de commodities agrícolas, os investidores aguardam sinalizações do Banco Central para os próximos passos da política monetária.

Fonte: Canal Rural

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